segunda-feira, 19 de junho de 2017

O último grito

  No dia 05/06/2017, foi nosso último ensaio. Eu estava com o texto da segunda parte bem forte dentro de mim e isso fou um dos meus motovos para estar seguro quanto a apresentação. O ensaio foi bem puxado pois repetimos muitas vezes oque iriamos fazer no dia da apresentação e Alberto estava se sentindo inseguro. Apesar da insegurança de Alberto e da minha ansiedade para a apresentação, eu só conseguia pensar o quanto eu aprendi com toda a pesquisa. Eu consegui sentir dentro de mim uma evolução tanto "teatralmente" quanto como pessoa q expressa os sentimentos na vida mesmo. Em todo o momento dos exercícios, das propostas e de tudo que Alberto ia dizendo eu tentava me concentrar e, apesar de não estudar artes cénicas me senti dentro do assunto e procurei fazer experiencias de sons no meu cotidiano mesmo. A certeza de que eu realmente tinha evoluido veio nesse dia quando Alberto propos um exercicio chamado. ........ Que foi uma coisa q a ge te ainda n tinha feito na pesquisa. Mas apesar disso, o exercício me deu a ideia do que eu precisava focar em trazer a voz pra perto dos não atores em palco de uma forma bem intensa e bem próxima deles. Pensando assim eu foquei muito em cada palavra e como eu a expresava para passae isso para os não atores. Vi também através desse exercício que a ideia dos nao atores no palco ajudaria a passar com mais intensidade a voz como expressão total do texto.
Nesse dia senti um misto de ansiedade, sentimento de dever cumprido e muito horgulho do que fizemos. O nós fizemos o exercicio "o caminho da dilatação" mais voltada para a apresentação, pois Alberto pediu que dentro do exercício a gente fosse imaginando pedaços do texto e como seria o sentimento da personagem naquele momento. Isso ajudou muito, pois eu pude colocar na minha voz a riva de Samantha e a indignaçao do escritor.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

O som, a voz e os olhos

No dia 17/05/2017, já chegando perto do dia da apresentação (dia 06/06/2017), fizemos o exercicio "o caminho da dilatação" e podiamos além de dilatar o rosto, também dilatar a voz. Eu estava internamente bem e disposto a fazer bem feito aquele dia. Então logo no início do exercicio eu estava me concentrando ao maximo na produção sonora que eu apliquei na hipótese do papel anteriormente. Além de tentar relacionar os sons que eu criava com objetos, pessoas, situações e animais. Logo no final do exercício Alberto propos que no momento das últimas músicas fossem feitos sons de animais e fazer isso caminhando de um som para outro. Apesar de não estar com criatividade para imaginar animais, eu conseguia fazer o exercício de uma forma leve e percebi diversas formas de produzir esses sons. Fui caminhando dentro da hipótese do papel do agudo pro grave, do grave pro agudo, do agudo pra voz nazal, da foz nazal pro grave, da voz nazal pra voz ..... 

Depois dos exercicios, começamos a debater como seria o momento da apresentação. E me deu um insight que foi a ideia de cada um começar em uma cadeira e, irmos caminhando de uma cadeira para a outra e descrevendo o apartamenro através de falas de personagens que tenham a ver com o cotidiano da primeira parte da apresentação, visualidade auditiva (assim como alberto tinha falado anteriormente). Fizemos um teste de como seria e a ideia foi aceita por ambos. Discutimoa também sobre o figurino. E tive a ideia de uma roupa com cordões e puseiras que fizessem barulho. Mas nós discutimos e percevemos que em alguns momentos o silêncio era de suma importância.

domingo, 28 de maio de 2017

Exercício de vizualidade auditiva "cegueira total"

Pesquisa científica do dia 15/05/2017
Durante a pesquisa foram feitos exercícios de visualidade auditiva, mas esse foi o que mais me deixou impactado pois nesse eu estava com os olhos vendados e estava em um espaço que geralmente não são feitos os exercícios de visualidade auditiva. Ou seja, existiam dois motivo que me deixaram com um pouco de insegurança para fazer o exercício (o fato de estar vendado e de não conhecer aquele lugar com os olhos fechados porque esse exercício era feito em outra sala, que diga de passagem era mais preparada para esse tipo de exercício).
No início do exercício eu estava concentrado e nada disso parecia um problema. O primeiro local que imaginei foi meu quarto. Eu consegui imaginar meu quarto, ver meu quintal pela janela, até senti uma sensação de saudade. Logo depois eu desci as escadas e fui lanchar. Conseguia me ver comendo de manhã, até que andei um pouco e esbarrei em algo. Foi quando eu comecei a me desconcentrar. Apareceram mil coisas na minha cabeça. Era como se toda vez que conseguia me concentrar, enxergar tudo que era proposto, de uma hora pra outra tudo se desfazia... E ao invés de enxergar algo físico, eu juntava sentimentos... Pesados... E quanto mais eu tentava me concentrar e não conseguia esses sentimentos de medo e de fraqueza ficaram cada vez mais fortes em mim. Senti totalmente perdido no escuro. Sei que isso tem muito a ver com minha infância... E acabei me perdendo em sentimentos passados. Na época em que o escuro me fazia sentir confortável... Naquele momento eu lembrei o quanto me sentia bem no vazio do escuro... E hoje não me sentia como antes. O escuro me acolhia no passado. Estar sozinho e no escuro me fazia enxergar e chegar dentro de mim... E foi o que fiz. O escuro me abriu por inteiro. E naquele dia em especial não estava nada bem por dentro. É algo surreal imaginar que eu consegui literalmente enxergar tudo dentro de mim no escuro, e ao mesmo tempo, não consegui ter noção nenhuma do local o de estava.
No fim, acabou que o motivo de me deixar desconcentrado ajudou a me chegar em uma parte de mim que não tocava a um tempo... Alberto disse que isso foi bom e que isso ajudaria muito na pesquisa. De início achei que ele não  estava falando sério, por que eu não  conseguia me concentrar e imaginar locais a situações. Mas ele falou que isso também é uma forma de enxergar no escuro.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Exercício " O Caminho da Dilatação"


 O exercício "O Caminho da Dilatação" (que assim eu o chamo pois, aos poucos ele me ajudou a dilatar o corpo e a voz permitindo eu aplicar outros exercícios propostos anteriormente) proposto por Alberto, foi o exercício que mais me deixou dilatado para todo o trabalho da pesquisa científica.No início eu estranhei ele um pouco, principalmente quando Alberto pediu apenas para caminhar. Não intendi de início a proposta do exercício. Mas, logo quando ele pediu que eu fizesse gestos com o corpo apenas, já comecei a entender a proposta e, me sentir mais a vontade. Mesmo me sentindo a vontade quanto os movimentos fui percebendo que alguns movimentos eu não conseguia fazer e outros eu não sentia vontade de fazer (tando com o corpo quanto com a voz). Mas, ao passar dos nosso encontros o exercício foi me mostrando ser capaz de fazer um leque maior de movimentos corporais e também de sonoridades. Acredito que esse leque surgiu pois o exercícios me proporcionavam um sentimento de liberdade de criação e de formas de interpreta-las. Isso me ajudou a extravasar e ultrapassar algumas jaulas internas, me ajudando no entendimento melhor e no foco quanto a iniciação científica, pois os sentimentos pesados e ruins ficavam pra trás.

  A proposta de movimentos com o corpo e deixar o rosto neutro, e , movimentando o rosto e deixando o resto do corpo neutro de início foi bem complicado. Isso ocorria pos era complicado deixar o rosto neutro e ao mesmo tempo me sentir leve quanto os movimentos do resto do corpo. Mas, aos poucos percebo que a proposta tinha a ver com a proposta da iniciação científica, pois isso seria feito quanto a voz, deixando o movimento do corpo um pouco mais de lado. E essa forma ajudou pois, aos poucos ficava automático a deixar o rosto neutro, e percebia uma atenção maior ao corpo quando isso ocorria.  E esse exercicio me fez perceber o quanto o corpo e a voz estão ligado, e também me ajudou a separa-los para que haja um aproveito melhor de uma forma de espresar o sentimento.

  Em um dos dias que o exercício foi proposto, tentei colocar a hipótese do papal junto a ele. E eu senti que deu super certo, pois conseguia fazer dialogos com diferentes intimações e com um laque bem grande. Apliquei a hipótese do papel junto ao momebto em que podia fazer movimentos apenas com o rosto e também ape as com o corpo. E percebi que apenas com o corpo era muito complicado pois precisava da dilatação do rosto para fazer amplas produções sonoras. E então quando tentei aplica-lo apenas no movimento do corpo não consegui projetar a voz, pois havia um ruído quando a atenção que tentava dar para não movimentar o rosto de uma forma que tranparecesse algum tipo de sentimento. Depois desse dia eu fui juntando outros exercícios junto a esse e percebi que ele me ajudou muito na aplicaçao deles dentro da proposta.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

O Ator Renasce

Dia 17/12/2016

O Ator Renasce

  Foi proposto a criação de um roteiro com personagens e com seis características pra eles, podendo ser traços de personalidade ou falas internas, que de certa forma também dá uma característica a personagem.  Fomos dando sugestões de personagens e fechando o total de 6 personagens. Depois cada um foi falando oito características ou falas internas pra cada personagem, e no final foram tiradas duas dessas características. Achei muito legal esse espaço pra criar as personagens. E a trama que foi montar por nós ficou muito criativa, e se encaixou bem.   Logo depois o Luiz fez um Teste comigo que incialmente eu n tava conseguindo ficar no personagem que foi sugerido, mas aos poucos eu já nem sabia que eu era e me sentia o próprio personagem. Algo bem forte estava me tomando. Eu estava com uma criança de um filme que eu vi a pouco tempo antes bem forte na minha mente. Por isso em um dos momentos eu reagi a ação física que o outro personagem fez a ele. Esse menino do filme é um menino com medo de tudo mas corajoso em momentos como esse. Me senti perdido em alguns momentos mas pq eu n sabia oq estava acontecendo comigo. Foi bem forte e impactante quando o Luiz pediu para eu abrir os olhos e percebi que tinha voltado ao normal. 

Eu voltei a enxergar tudo aquelo de outra forma. Acreditei que tinha capacidade de entrar realmente no personagem, não apenas atuando o personagem, mas deixando o personagem entrar em mim. Tanto que eu estava com uma criança em minha cabeça fazia uma semana e aquilo interferiu em todas as características que colocamos a criança proposta, por isso fui agressivo em um momento que n deveria. Eu acreditei que podia ser um ator de novo!

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

O Primeiro Pensamento Sonoro


O Primeiro Pensamento Sonoro

    
    No encontro que fizemos logo depois do encontro que foi mostrado a proposta da pesquisa científica, foi debatido idéias para a apresentação que será feita em novembro. Ideias como sincronia em alguns momentos, e também um jogo se atenção (foco) entre as duas personagens feito com um choque sonoro, seja mais intensou ou não, foram as ideias que mais me interessaram. Algumas ideias de caracterização do personagem pelo sotaque me deixaram um pouco chocado de início, pois tenho dificuldade ainda com sotaque, seja ele qual for. Mas, estou disposto a estudar e agregar os sotaques a nossa apresentação, pois é uma forma de fácil intendimento por parte da platéia e também acho que caracteriza bem as personagens.

  

O último grito

  No dia 05/06/2017, foi nosso último ensaio. Eu estava com o texto da segunda parte bem forte dentro de mim e isso fou um dos meus motovos ...