domingo, 28 de maio de 2017

Exercício de vizualidade auditiva "cegueira total"

Pesquisa científica do dia 15/05/2017
Durante a pesquisa foram feitos exercícios de visualidade auditiva, mas esse foi o que mais me deixou impactado pois nesse eu estava com os olhos vendados e estava em um espaço que geralmente não são feitos os exercícios de visualidade auditiva. Ou seja, existiam dois motivo que me deixaram com um pouco de insegurança para fazer o exercício (o fato de estar vendado e de não conhecer aquele lugar com os olhos fechados porque esse exercício era feito em outra sala, que diga de passagem era mais preparada para esse tipo de exercício).
No início do exercício eu estava concentrado e nada disso parecia um problema. O primeiro local que imaginei foi meu quarto. Eu consegui imaginar meu quarto, ver meu quintal pela janela, até senti uma sensação de saudade. Logo depois eu desci as escadas e fui lanchar. Conseguia me ver comendo de manhã, até que andei um pouco e esbarrei em algo. Foi quando eu comecei a me desconcentrar. Apareceram mil coisas na minha cabeça. Era como se toda vez que conseguia me concentrar, enxergar tudo que era proposto, de uma hora pra outra tudo se desfazia... E ao invés de enxergar algo físico, eu juntava sentimentos... Pesados... E quanto mais eu tentava me concentrar e não conseguia esses sentimentos de medo e de fraqueza ficaram cada vez mais fortes em mim. Senti totalmente perdido no escuro. Sei que isso tem muito a ver com minha infância... E acabei me perdendo em sentimentos passados. Na época em que o escuro me fazia sentir confortável... Naquele momento eu lembrei o quanto me sentia bem no vazio do escuro... E hoje não me sentia como antes. O escuro me acolhia no passado. Estar sozinho e no escuro me fazia enxergar e chegar dentro de mim... E foi o que fiz. O escuro me abriu por inteiro. E naquele dia em especial não estava nada bem por dentro. É algo surreal imaginar que eu consegui literalmente enxergar tudo dentro de mim no escuro, e ao mesmo tempo, não consegui ter noção nenhuma do local o de estava.
No fim, acabou que o motivo de me deixar desconcentrado ajudou a me chegar em uma parte de mim que não tocava a um tempo... Alberto disse que isso foi bom e que isso ajudaria muito na pesquisa. De início achei que ele não  estava falando sério, por que eu não  conseguia me concentrar e imaginar locais a situações. Mas ele falou que isso também é uma forma de enxergar no escuro.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Exercício " O Caminho da Dilatação"


 O exercício "O Caminho da Dilatação" (que assim eu o chamo pois, aos poucos ele me ajudou a dilatar o corpo e a voz permitindo eu aplicar outros exercícios propostos anteriormente) proposto por Alberto, foi o exercício que mais me deixou dilatado para todo o trabalho da pesquisa científica.No início eu estranhei ele um pouco, principalmente quando Alberto pediu apenas para caminhar. Não intendi de início a proposta do exercício. Mas, logo quando ele pediu que eu fizesse gestos com o corpo apenas, já comecei a entender a proposta e, me sentir mais a vontade. Mesmo me sentindo a vontade quanto os movimentos fui percebendo que alguns movimentos eu não conseguia fazer e outros eu não sentia vontade de fazer (tando com o corpo quanto com a voz). Mas, ao passar dos nosso encontros o exercício foi me mostrando ser capaz de fazer um leque maior de movimentos corporais e também de sonoridades. Acredito que esse leque surgiu pois o exercícios me proporcionavam um sentimento de liberdade de criação e de formas de interpreta-las. Isso me ajudou a extravasar e ultrapassar algumas jaulas internas, me ajudando no entendimento melhor e no foco quanto a iniciação científica, pois os sentimentos pesados e ruins ficavam pra trás.

  A proposta de movimentos com o corpo e deixar o rosto neutro, e , movimentando o rosto e deixando o resto do corpo neutro de início foi bem complicado. Isso ocorria pos era complicado deixar o rosto neutro e ao mesmo tempo me sentir leve quanto os movimentos do resto do corpo. Mas, aos poucos percebo que a proposta tinha a ver com a proposta da iniciação científica, pois isso seria feito quanto a voz, deixando o movimento do corpo um pouco mais de lado. E essa forma ajudou pois, aos poucos ficava automático a deixar o rosto neutro, e percebia uma atenção maior ao corpo quando isso ocorria.  E esse exercicio me fez perceber o quanto o corpo e a voz estão ligado, e também me ajudou a separa-los para que haja um aproveito melhor de uma forma de espresar o sentimento.

  Em um dos dias que o exercício foi proposto, tentei colocar a hipótese do papal junto a ele. E eu senti que deu super certo, pois conseguia fazer dialogos com diferentes intimações e com um laque bem grande. Apliquei a hipótese do papel junto ao momebto em que podia fazer movimentos apenas com o rosto e também ape as com o corpo. E percebi que apenas com o corpo era muito complicado pois precisava da dilatação do rosto para fazer amplas produções sonoras. E então quando tentei aplica-lo apenas no movimento do corpo não consegui projetar a voz, pois havia um ruído quando a atenção que tentava dar para não movimentar o rosto de uma forma que tranparecesse algum tipo de sentimento. Depois desse dia eu fui juntando outros exercícios junto a esse e percebi que ele me ajudou muito na aplicaçao deles dentro da proposta.

O último grito

  No dia 05/06/2017, foi nosso último ensaio. Eu estava com o texto da segunda parte bem forte dentro de mim e isso fou um dos meus motovos ...